segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

A primeira vez a gente nunca esquece.

Depois de tempos ensaiando a construção de um blog, adquiri tempo e motivação suficiente para. Devo agradecer alguns amigos que ficaram curiosos de ver meus rabiscos e que deram um empurrão quase que discreto, e ao meu irmão que me ajudou a criar um nome para o blog, mesmo com muitas birras. Mas o que mais me animou a, enfim, estar escrevendo aqui foi poder expor algo raro que possuo: sentimentos. Percebi a algum tempo que estes se encontram escassos e sem um olhar atento, sem um ouvido preparado passam imperceptíveis.
Nossa sociedade tem valorizado coisas banais e o mais importante para nossa sobrevivência tem sido esquecido ou mesmo escondido. Tornar-se forte para enfrentar as dificuldades e as conquistas dessa vida tem um preço: nos tornar cegos!
Quando menciono a cegueira quero deixar claro que não é a física, mas sim é uma cegueira da alma, que nos impossibilita de ver e de ouvir o outro. É uma cegueira que só enxerga aquilo que a interessa. E nesse adoecimento social esquecemos de nós como ser que sente e principalmente esquecemos do outro, que empobrece, por pobreza da nossa alma. Para complementar minha fala segue um texto de Fernando Anitelli em forma de vídeo.
Eu sinto, eu enxergo o outro, eu sofro por quem não conheço, eu me comovo e principalmente eu me INDIGNO! E por isso escolhi falar sobre sentimentos, algo tão simples, muito esquecido e pouco vivido. Algo que está em tudo que nos cerca e em tudo que nos move, desde o amor ao ódio, da felicidade a tristeza, da indignação ao comodismo.
Não sei bem por onde começar...o que falar...estou aprendendo a mexer ainda... Não sei se alguém vai ler, ou mesmo se interessar com o que eu escrevo...Mas vou tentar estar sempre por aqui, como alguém já me disse em algum momento da minha vida: “Muitas pessoas falam, mas você nunca sabe quando será ouvida.

Boa noite!
 
 
P.S: Alegria!

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