sexta-feira, 2 de março de 2012

Sem muito a falar e disposta a ouvir.


Suas palavras foram ditas na mais pura inocência e cada verso, vírgula e ponto foram capturados como num bote. 
A cada dia me supreendo e me decepiciono. 
São passos dados de mansinho nessa subida que leva tempo e que necessita de resistência.
Não o quero por tanto tempo e nem afastá-lo por muito mais.
Te quero na medida exata dos nossos desejos!
No ponto entre a saudade e o apego.
E nossos olhares quando se cruzam dispensam as perguntas.
Um equilibrio perfeito que nos leva ao céu.
Inconstante, explosivo e necessário.
Já não irei mais buscar sentido no inexplicável.

Bom final de senama!
P.S:  Expontaniedade

Nenhum comentário:

Postar um comentário